Aqui onde me deixaste,
não há estrelas e as ruas não têm nome.
Não cheira a flores e os pássaros não dormem nos beirais.
Os relógios correm desgovernados e o Sol não me sorri pela manhã.
não há estrelas e as ruas não têm nome.
Não cheira a flores e os pássaros não dormem nos beirais.
Os relógios correm desgovernados e o Sol não me sorri pela manhã.
Aqui anoiteço sozinha e reinvento-me...
sem a ponta dos teus dedos a arrepiarem-me a pele.
sem a ponta dos teus dedos a arrepiarem-me a pele.

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